Como “educar” o meu filho Índigo/Cristal?
Como “educar” o meu filho Índigo/Cristal?
Agora
que já conhecemos as características das nossas crianças, surge-nos o maior
desafio, qual a melhor forma de chegar até a elas?
Como podemos facilmente concluir, com este tipo de crianças não funciona Pais do Estilo antigo, que dizem frequentemente “Tu vais fazer isso porque eu digo que vais, eu sou o teu pai/mãe”, ou “tu vais fazer isso porque é o que toda a gente faz”.
Na verdade, educar uma criança Índigo ou Cristal, é um privilégio especial, em tempos de turbulência e mudança, como são os nossos. Sabemos que elas vieram aqui para desafiar crenças e formas existentes.
Vamos realçar que a criança Índigo ou Cristal veio ao planeta com a sua própria “missão”. O Índigo está aqui para desafiar formas e crenças existentes, o Cristal está aqui para ensinar amor e o reconhecimento de plenos poderes.
Então…
Nós, como pais e professores, somos os parceiros nesta missão de ensinar e curar. É nosso dever ajudar as nossas crianças a realizar a sua missão.
O que esperam de nós?
Como pais de um Índigo, podemos esperar ser desafiados a cada esquina, mas se estivermos munidos das técnicas para lidar com estes desafios vai-se criando uma relação mais fácil entre nós e a nossa criança.
Como pais e educadores de uma criança Cristal, vamos ter de trabalhar com uma força de vontade muito forte e estar preparado para lutas de poder frequentes.
Todos estamos a ser desafiados, por isso ao adquirirmos técnicas para saber lidar com estes desafios, vai-se conseguir criar uma relação ótima de entreajuda.
Eles estão aqui para desafiar o paradigma velho e substituí-lo por um melhor.
Recapitulando, O velho paradigma era baseado na sua maior parte em Poder e Medo. Os pais viam a criança como uma responsabilidade que tinha de ser assumida, e a responsabilidade dos pais era ter a certeza que a criança era sustentada materialmente, educada e transformada num adulto, tal como todos os outros adultos. A criança foi criada a temer castigos e a ver os pais, professores e outros adultos como figuras de poder.
O novo paradigma da educação é baseado no Amor e é derivado do Centro do Coração.
Neste modelo de educação baseado no coração, a criança é vista pelo que é – uma alma altamente evoluída e desenvolvida.
Esta alma Índigo ou Cristal tem a sua própria sabedoria para transmitir ao mundo, e o cargo dos pais é frequentemente o de ajudar essa criança a trazer a mensagem ao mundo.
Para fazê-lo…
É necessário que a criança seja amada, educada e encorajada a expressar ao máximo o que é que elas são e ser-lhes dada a oportunidade de desenvolverem o seu potencial total num ambiente afetuoso.
Por isso…
Para que sejamos o tipo de pais ou educadores esperado, é muito importante que sejam cultivadas várias qualidades: Amor, Tolerância, Respeito e Aceitação Incondicional. Estas técnicas básicas têm de fazer parte imprescindível da função de educar e da vocação social.
Por outro lado…
Os pais precisam de aprender e perceber as técnicas de Negociação, Comunicação e Disciplina.
Hoje vamos falar do
AMOR
Esta é a técnica de educação mais importante de todas elas. E a maior parte das pessoas imagina que “vem naturalmente”. Mas frequentemente, os pais reproduzem o seu próprio paradigma de educação já aprendido, sem verdadeiramente pensarem se vem do coração ou não. Realmente, não podemos respeitar e amar a nossa criança, se não nos amarmos e respeitarmos a nós próprios.
E…
Tantos de nós crescemos com mensagens tais como “não és bom/boa o suficiente”, que criamos baixa autoestima e dificuldades com amor-próprio e autoaceitação.
Então…
Qualquer um de nós que trabalhe com crianças vai ter de vigiar a forma como os próprios problemas não resolvidos de autoaceitação possam ser projetados na criança.
De contrário…
A criança pode ser vista como “mal comportada” ou “ingovernável” ou “fora de controlo”, ou um sem número de rótulos de “não ser bom/boa o suficiente”.
Também,..
As hostilidades e cóleras não resolvidas de um pai ou mãe são frequentemente refletidas no comportamento da criança. Muitas vezes uma criança irritada e temperamental está a representar os sentimentos reprimidos do pai ou mãe.
É difícil criar uma criança Índigo ou Cristal sem que tenhamos resolvido os nossos problemas e sejamos capazes de nos amar a nós próprios (as), de reconhecer os nossos plenos poderes e de expressarmos o nosso potencial.
Neste caso,..
Se de facto ainda não tivermos resolvido estes problemas, a nossa Criança Índigo ou Cristal vai ser o/a nosso/a professor (a) principal,
Vamos aprender a reconhecer os nossos plenos poderes e a dar-nos valor – à medida que eles nos ensinam as técnicas.
Claro que…
É muito mais fácil se já possuirmos estas técnicas, para que educar a nossa criança se torne uma aventura partilhada de crescimento…
Judite Pato
Como podemos facilmente concluir, com este tipo de crianças não funciona Pais do Estilo antigo, que dizem frequentemente “Tu vais fazer isso porque eu digo que vais, eu sou o teu pai/mãe”, ou “tu vais fazer isso porque é o que toda a gente faz”.
Na verdade, educar uma criança Índigo ou Cristal, é um privilégio especial, em tempos de turbulência e mudança, como são os nossos. Sabemos que elas vieram aqui para desafiar crenças e formas existentes.
Vamos realçar que a criança Índigo ou Cristal veio ao planeta com a sua própria “missão”. O Índigo está aqui para desafiar formas e crenças existentes, o Cristal está aqui para ensinar amor e o reconhecimento de plenos poderes.
Então…
Nós, como pais e professores, somos os parceiros nesta missão de ensinar e curar. É nosso dever ajudar as nossas crianças a realizar a sua missão.
O que esperam de nós?
Como pais de um Índigo, podemos esperar ser desafiados a cada esquina, mas se estivermos munidos das técnicas para lidar com estes desafios vai-se criando uma relação mais fácil entre nós e a nossa criança.
Como pais e educadores de uma criança Cristal, vamos ter de trabalhar com uma força de vontade muito forte e estar preparado para lutas de poder frequentes.
Todos estamos a ser desafiados, por isso ao adquirirmos técnicas para saber lidar com estes desafios, vai-se conseguir criar uma relação ótima de entreajuda.
Eles estão aqui para desafiar o paradigma velho e substituí-lo por um melhor.
Recapitulando, O velho paradigma era baseado na sua maior parte em Poder e Medo. Os pais viam a criança como uma responsabilidade que tinha de ser assumida, e a responsabilidade dos pais era ter a certeza que a criança era sustentada materialmente, educada e transformada num adulto, tal como todos os outros adultos. A criança foi criada a temer castigos e a ver os pais, professores e outros adultos como figuras de poder.
O novo paradigma da educação é baseado no Amor e é derivado do Centro do Coração.
Neste modelo de educação baseado no coração, a criança é vista pelo que é – uma alma altamente evoluída e desenvolvida.
Esta alma Índigo ou Cristal tem a sua própria sabedoria para transmitir ao mundo, e o cargo dos pais é frequentemente o de ajudar essa criança a trazer a mensagem ao mundo.
Para fazê-lo…
É necessário que a criança seja amada, educada e encorajada a expressar ao máximo o que é que elas são e ser-lhes dada a oportunidade de desenvolverem o seu potencial total num ambiente afetuoso.
Por isso…
Para que sejamos o tipo de pais ou educadores esperado, é muito importante que sejam cultivadas várias qualidades: Amor, Tolerância, Respeito e Aceitação Incondicional. Estas técnicas básicas têm de fazer parte imprescindível da função de educar e da vocação social.
Por outro lado…
Os pais precisam de aprender e perceber as técnicas de Negociação, Comunicação e Disciplina.
Hoje vamos falar do
AMOR
Esta é a técnica de educação mais importante de todas elas. E a maior parte das pessoas imagina que “vem naturalmente”. Mas frequentemente, os pais reproduzem o seu próprio paradigma de educação já aprendido, sem verdadeiramente pensarem se vem do coração ou não. Realmente, não podemos respeitar e amar a nossa criança, se não nos amarmos e respeitarmos a nós próprios.
E…
Tantos de nós crescemos com mensagens tais como “não és bom/boa o suficiente”, que criamos baixa autoestima e dificuldades com amor-próprio e autoaceitação.
Então…
Qualquer um de nós que trabalhe com crianças vai ter de vigiar a forma como os próprios problemas não resolvidos de autoaceitação possam ser projetados na criança.
De contrário…
A criança pode ser vista como “mal comportada” ou “ingovernável” ou “fora de controlo”, ou um sem número de rótulos de “não ser bom/boa o suficiente”.
Também,..
As hostilidades e cóleras não resolvidas de um pai ou mãe são frequentemente refletidas no comportamento da criança. Muitas vezes uma criança irritada e temperamental está a representar os sentimentos reprimidos do pai ou mãe.
É difícil criar uma criança Índigo ou Cristal sem que tenhamos resolvido os nossos problemas e sejamos capazes de nos amar a nós próprios (as), de reconhecer os nossos plenos poderes e de expressarmos o nosso potencial.
Neste caso,..
Se de facto ainda não tivermos resolvido estes problemas, a nossa Criança Índigo ou Cristal vai ser o/a nosso/a professor (a) principal,
Vamos aprender a reconhecer os nossos plenos poderes e a dar-nos valor – à medida que eles nos ensinam as técnicas.
Claro que…
É muito mais fácil se já possuirmos estas técnicas, para que educar a nossa criança se torne uma aventura partilhada de crescimento…
Judite Pato

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